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	<title>Parque Científico Unicamp</title>
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		<title>O primeiro laboratório do Parque Científico da Unicamp será da Cameron do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Portal da Unicamp Texto: Luiz Sugimoto Fotos: Antônio Scarpinetti Edição das imagens: Everaldo Luís Silva e TV Unicamp (vídeos) [24/8/2011] A Cameron do Brasil, fabricante de equipamentos para exploração de óleo e gás, será a primeira empresa a instalar um laboratório no Parque Científico da Unicamp, que tem reservado um espaço de 100 mil metros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Portal da Unicamp</p>
<p style="text-align: left;">Texto: <a href="mailto:sugimoto@reitoria.unicamp.br">Luiz Sugimoto</a></p>
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<div>Fotos: <a href="mailto:scarpa@reitoria.unicamp.br">Antônio Scarpinetti</a></div>
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<div style="text-align: left;">Edição das imagens: <a href="mailto:everaldo@reitoria.unicamp.br">Everaldo Luís Silva</a> e TV Unicamp (vídeos)</p>
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<p><img style="margin-left: 10px;" src="http://www.unicamp.br/unicamp/sites/unicamp.br/files/imagens/cameron_cerimonia_290x240_.jpg" alt="cameron_cerimonia_290x240_.jpg" width="290" height="240" align="right" /><strong>[24/8/2011]</strong> A Cameron do Brasil, fabricante de equipamentos para exploração de óleo e gás, será a primeira empresa a instalar um laboratório no Parque Científico da Unicamp, que tem reservado um espaço de 100 mil metros quadrados no campus de Campinas. O convênio foi assinado na tarde de terça-feira (23) pelo professor Edgar Salvadori De Decca, coordenador-geral da Universidade, e Juan Carlos Arango Rangel[<a href="http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/video/XSMA3K78YGSK/">VÍDEO</a>], diretor-presidente da companhia. A parceria envolve um segundo convênio, este com a Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) e o Centro de Estudos de Petróleo (Cepetro), prevendo a prospecção de projetos de pesquisa em equipamentos e processos submarinos para processamento e produção de petróleo, com foco na camada pré-sal.</p>
<p><img style="margin-left: 10px;" src="http://www.unicamp.br/unicamp/sites/unicamp.br/files/imagens/cameron_edgar_290x240__0.jpg" alt="cameron_edgar_290x240_.jpg" width="290" height="240" align="right" />Na cerimônia de assinatura, Edgar De Decca lembrou que o Parque Científico tem a finalidade de ampliar a interação da Unicamp com os Sistemas Nacional e Regional de Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de pesquisas colaborativas com organizações públicas e privadas, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável do país. “O convênio vai proporcionar benefícios aos estudantes de pós-graduação e de iniciação científica, que participarão das pesquisas nesta área tão promissora. É uma grande contribuição para os estudos sobre petróleo iniciados na Unicamp em 1987, quando foi criado o mestrado em engenharia do petróleo”.</p>
<p><img style="margin-left: 10px;" src="http://www.unicamp.br/unicamp/sites/unicamp.br/files/imagens/cameron_juan_290x240_.jpg" alt="cameron_juan_290x240_.jpg" width="290" height="240" align="right" />Por parte da Cameron, Juan Arango Rangel observou que a Petrobras possui um plano de investimentos da ordem de US$ 224 bilhões para os próximos cinco anos, o maior da história de uma única empresa petrolífera, à altura dos desafios impostos. “A maioria desse investimento será na parte de águas profundas. No pré-sal são 300 quilômetros de costa, uma lâmina de água de mais de dois quilômetros e outros dois quilômetros de camada de sal a ser perfurada, tornando a logística muito complicada – esta é uma razão de fazermos pesquisa no Brasil. Há necessidade de encontrar materiais mais leves, de novas tecnologias para separação de água, óleo e gás no fundo do mar, e de melhorar a efetividade da perfuração para baixar os custos de produção”.</p>
<p>A Cameron mantém convênios de cooperação com outras universidades de prestígio, como as da Flórida, Houston, Texas, Luisiana e Rice. Segundo Arango Rangel, a escolha da Unicamp como parceira no Brasil não foi aleatória. “Fizemos uma pesquisa e, originalmente, como podem imaginar, nossos olhos eram postos no Rio de Janeiro, que fez o primeiro trabalho de atrair empresas para os polos tecnológicos do estado. Mas fomos informados, dentro da própria Petrobras, que o professor Trevisan [Osvair Trevisan, diretor do Cepetro] era o cara e que a Unicamp era a universidade. Também foi fundamental a proximidade geográfica com nossas fábricas e o acesso aos estudantes que podem ser incorporados à nossa matriz”.</p>
<p><img style="margin-left: 10px;" src="http://www.unicamp.br/unicamp/sites/unicamp.br/files/imagens/cameron_morooka_290x240_.jpg" alt="cameron_morooka_290x240_.jpg" width="290" height="240" align="right" />O primeiro projeto desta parceria envolve o grupo do Laboratório de Sistemas Marítimos e Risers (LabRiser), do Cepetro, e será coordenado pelo professor Celso Morooka[<a href="http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/video/1SK4GDKYWGU3/">VÍDEO</a>], do Departamento de Engenharia de Petróleo da FEM. “Deveremos ter no projeto cinco alunos de pós-graduação é o mesmo número de graduação. Há expectativa de interagirmos com a Universidade de Houston, onde um grupo desenvolveu um dispositivo que funciona na cabeça do poço: um supressor de vibração nos dutos submetidos à força da correnteza. Nosso foco será colocar esse dispositivo debaixo d’água e observar seu funcionamento nos equipamentos submarinos”.</p>
<p>O convênio com a Cameron foi articulado pela Agência de Inovação Inova Unicamp, órgão responsável pela gestão do Parque Científico. O professor Roberto Lotufo[<a href="http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/video/28K7BMR58OHH/">VÍDEO</a>], diretor-executivo da Inova, atenta que a motivação principal para a atração das empresas é a realização de pesquisas em colaboração com a Universidade. “Temos vários convênios que se desenvolvem nas unidades ou em prédios construídos em pontos diferentes do campus. O Parque vai permitir planejar esta ocupação e, como todas as despesas são feitas pelas empresas, este primeiro convênio também será importante para saber o custo real de se instalar uma empresa externa dentro do campus”.</p>
<p><strong>O laboratório<br />
</strong><img style="margin-left: 10px;" src="http://www.unicamp.br/unicamp/sites/unicamp.br/files/imagens/cameron_monico_290x240_.jpg" alt="cameron_monico_290x240_.jpg" width="290" height="240" align="right" />A Cameron vai investir entre 6 e 7 milhões de dólares em seu laboratório na Unicamp, conforme Ricardo Mônico, diretor de Suporte Operacional e P&amp;D da empresa. “O prédio terá mais de 1.000 metros quadrados de construção, em três andares (o terreno é de 850 metros). A escolha do projeto acontece em setembro – são quatro em avaliação – e depois haverá a concorrência e cotação das construtoras. Estamos prevendo o primeiro tijolo até janeiro e, como a construção é relativamente rápida, poderemos ter o prédio pronto já no final de 2012”.</p>
<p>Em breve palestra, Ricardo Mônico explicou que a Cameron do Brasil possui fábricas em Jacareí, Taubaté, Macaé e Salvador, fornecendo equipamentos para todas as etapas da cadeia do petróleo, desde a produção no fundo do mar, passando pelo transporte e refino, até a bomba do posto de gasolina. “Nosso carro-chefe é a chamada ‘árvore de natal’, um equipamento de 90 toneladas e quase 10 metros de altura, que regula o fluxo do petróleo quando extraído no fundo do mar. Mas respondemos por percentuais consideráveis dos equipamentos que estão em plataformas, navios, refinarias e gasodutos e oleodutos espalhados pelo país”.</p>
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		<title>Conselho Superior do Parque Científico da Unicamp realiza a primeira reunião</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 20:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto: Talita Matias Fotos: Antonio Scarpinetti Edição das imagens: Everaldo Silva [6/7/2011] A primeira reunião do Conselho Superior do Parque Científico da Unicamp foi realizada na segunda-feira (5), na sala de reuniões da Reitoria da universidade. A forma de seleção das empresas que queiram se instalar no parque, a importância do empreendimento para o desenvolvimento [...]]]></description>
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<div>Texto: <a href="mailto:talita.matias@inova.unicamp.br">Talita Matias</a></div>
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<div>Fotos: <a href="mailto:scarpa@reitoria.unicamp.br"> Antonio Scarpinetti</a></div>
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<div>Edição das imagens: <a href="mailto:everaldo@reitoria.unicamp.br">Everaldo Silva</a></div>
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<p><img src="http://www.unicamp.br/unicamp/sites/unicamp.br/files/imagens/parquecient_membros_290x240.jpg" alt="parquecient_membros_290x240.jpg" width="290" height="240" align="right" style="margin-left:10px" /></p>
<p><strong>[6/7/2011]</strong> A primeira reunião do Conselho Superior do Parque Científico da Unicamp foi realizada na segunda-feira (5), na sala de reuniões da Reitoria da universidade. A forma de seleção das empresas que queiram se instalar no parque, a importância do empreendimento para o desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (RMC) e a estrutura do Parque foram temas discutidos. Representantes da administração universitária, dos estudantes, dos funcionários, membros do governo municipal e de entidades industriais participaram da reunião.</p>
<p>O coordenador-geral da Universidade Edgar Salvadori De Decca, presidente do Conselho Superior, destacou que o Parque Científico será uma nova referência na atuação da Universidade frente à Inovação e a Transferência de Tecnologia. “O Parque Científico está em discussão há algum tempo dentro da Unicamp e, hoje, com a abertura da primeira reunião do Conselho Superior, nós temos as condições de implementá-lo naquilo que ele tem de mais importante, sua vocação”, afirmou.</p>
<p><img src="http://www.unicamp.br/unicamp/sites/unicamp.br/files/imagens/parquecient_lotufo_290x240.jpg" alt="parquecient_lotufo_290x240.jpg" width="290" height="240" align="right" style="margin-left:10px"  />O diretor executivo da Agência de Inovação <a href="http://www.inova.unicamp.br/">Inova Unicamp</a>, Roberto de Alencar Lotufo, secretário executivo do Conselho Superior enfatizou que Parque irá ampliar as iniciativas de inovação da Unicamp. “Ser integrante do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec) é mais uma forma da Universidade colaborar com o desenvolvimento sustentável em benefício da sociedade”. O professor também frisou que novas empresas poderão ser atraídas para a região. Opinião semelhante foi partilhada pelo Secretário de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo de Campinas, Rui Rabelo, que destacou o papel dos polos tecnológicos da cidade. “Este processo traz benefícios para todos e vai resultar na geração de renda, riqueza e competitividade para um país que está crescendo”.</p>
<p>Já o coordenador de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aurílio Sérgio Costa Caiado, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, destacou a originalidade da experiência de criar parques tecnológicos dentro de universidades públicas. “Essa experiência é inédita e irá trazer possibilidades de testar modelos para que possamos replicar esta experiência dentro das universidades.” Caiado citou como exemplo de iniciativa semelhante o Parque Tecnológico de São Paulo – Jaguaré, que está sendo criado com a participação da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e do Instituto Butantan.</p>
<p>As obras para a construção do Parque já foram iniciadas e a previsão é que a primeira fase do projeto seja concluída em até 360 dias. O financiamento do Governo do Estado de São Paulo é de R$ 5.505.439,44. A estrutura irá abrigar o centro administrativo e a nova estrutura da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp (Incamp). A finalidade principal da criação do Parque é ampliar a interação da Universidade com os Sistemas Nacional e Regional de Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio da realização de pesquisa colaborativa e multidisciplinar com organizações públicas e privadas, voltadas ao desenvolvimento científico e tecnológico e na promoção da inovação, tendo como objetivo contribuir com o desenvolvimento sustentável do país. A área total do empreendimento será de 100.000 metros quadrados. Neste espaço, 120 mil metros quadrados representam o potencial construtivo do empreendimento, que poderá abrigar prédios de até três andares.</p>
<p>Durante a reunião o diretor executivo da Inova informou que o Parque Científico será autossustentável e terá um modelo condominial, em que despesas de manutenção e segurança serão rateadas entre os ocupantes. Os prédios serão modulares e de uso flexível. De acordo com Lotufo, uma das próximas ações será encontrar formas de alocar empresas oriundas das incubadoras da Unicamp, Softex e Ciatec no Parque Científico. “Ainda não temos onde agrupá-las e iremos discutir como dar condições de espaço para estas empresas na próxima reunião do Conselho. Esses empreendedores estão em um processo de crescimento e aprendizado e são uma fonte de inspiração para nossos alunos”.</p>
<p>O pró-reitor de Pesquisa da Unicamp, Ronaldo Aloise Pilli, também apresentou aos membros um parecer sobre a instalação da primeira empresa interessada em criar um laboratório no Parque Científico. “É uma empresa de óleo e gás e a previsão de construção é de dois anos.” A companhia, que tem um projeto de pesquisa com a Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM), irá ocupar um espaço de 1.000 metros quadrados em um prédio de dois andares. Participam ainda do Conselho Superior do Parque Científico o pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp, Mohamed Habib; representantes de unidades das áreas de Ciências Exatas, Humanas, Sociais e Artes e Ciências da Engenharia. Um aluno representante do Núcleo de Empresas Juniores e um funcionário do quadro técnico e administrativo da Unicamp também participam do Conselho, que conta ainda com Domenico Feliciello, vice-presidente da Fundação Fórum Campinas e Alexandre Serpa, diretor-titular do Departamento de Ação Regional (Depar) da Fiesp. Iara da Silva Ferreira, gerente do Inovasoft e secretária executiva do Parque Científico, também participou da reunião.</p>
</div>
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