Teste rápido, fácil e indolor para hanseníase

Novo método é capaz de diagnosticar a hanseníase (infecção subclínica), em pacientes que ainda não apresentam lesões características na pele ou sinais clínicos bem definidos

Método fundamentado em técnica de impregnação em tira sortiva (“imprinting”) obtém amostra a partir da absorção de moléculas presentes na superfície cutânea (biomarcadores)

Atualmente, o diagnóstico laboratorial da hanseníase se dá através de biópsia, um método demorado, invasivo e desconfortável para o paciente, de alto custo e de baixa sensibilidade.

A nova tecnologia oferece um método de diagnóstico mais rápido, sensível e não invasivo. Sua principal inovação está na forma indolor de obtenção da amostra, que se dá pela simples sobreposição de uma tira sortiva à pele do indivíduo, absorvendo as moléculas (biomarcadores] que serão analisadas e detectadas. 0 método permite identificar corretamente os indivíduos doentes e dar início ao tratamento de forma imediata, diminuindo significativamente o risco de transmissão da doença.


Principais benefícios e caracteristicas da inovação:


  • Técnica de impregnação em tira sortiva ("imprinting")
  • Método de diagnóstico mais rápido, sensível e não invasivo
  • Possibilita tratamento de forma rápida e assertiva ainda em fase inicial
  • Diagnóstico em casos suspeitos que não apresentam lesões ou sinais clínicos definidos
  • INVENTORES

    Rodrigo Ramos Catarino

    • Farmácia – USF
    • Mestrado em Ciência de Alimentos – Unicamp
    • Doutorado em Ciência de Alimentos – Unicamp
    • Pós-Doutorado – Unicamp

    Atualmente é Professor Doutor e Pesquisador no Departamento de Patologia Clínica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

    Euzenir Nunes Sarno, Fiocruz

    José Augusto da Costa Nery, Fiocruz

    Maria Cristina V. Pessolani, Fiocruz

    Diogo Noin de Oliveira, Unicamp

    Estela de Oliveira Lima, Unicamp

    Cibele Zanardi Esteves, Fiocruz

    Cristina Santos de Macedo, Fiocruz

    PARCEIRO: Fiocruz

     

     

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